Dra. Gabriella Ribeiro fundou a Make Life, a primeira indústria farmacêutica brasileira especializada exclusivamente em saúde anorretal
Quando a Dra. Gabriella decidiu criar uma indústria farmacêutica dedicada exclusivamente à região anorretal, as primeiras reações foram de espanto. Era exatamente o sinal de que precisava. Em mercados onde o desconforto é imediato, a oportunidade costuma ser proporcional, e ela aportou R$ 15 milhões para provar esse ponto.
Farmacêutica, bioquímica e CEO da Make Life, a Dra. Gabriella passou mais de 20 anos pesquisando e desenvolvendo soluções para uma área do corpo que grandes laboratórios sistematicamente deixaram de lado. O resultado é uma empresa que ocupa um espaço que ninguém disputou: a primeira indústria farmacêutica do Brasil com foco exclusivo nos cuidados com a região anal.
A demanda que ficou invisível
O erro mais comum de quem ouve falar em saúde anorretal pela primeira vez é imaginar um mercado marginal. Os números dizem o contrário. Doenças como hemorroidas, fissuras anais e prurido anal afetam uma parcela significativa da população adulta, e a maioria convive com o problema em silêncio, seja por falta de opções específicas no mercado, seja por constrangimento em buscar tratamento.
Foi exatamente essa lacuna que a Dra. Gabriella mapeou antes de construir a Make Life. A empresa nasceu não de uma tendência de mercado, mas de uma ausência: produtos farmacêuticos desenvolvidos com rigor científico e pensados especificamente para essa região do corpo.
“Quando você entra em um segmento onde praticamente não há concorrência especializada, a barreira de entrada é o próprio preconceito. Quem supera essa barreira primeiro constrói uma posição muito difícil de ser replicada.”
R$ 15 milhões em ciência como vantagem competitiva
Diferentemente de empresas que entram em nichos pela via do marketing, a Make Life construiu sua posição a partir de investimento técnico. Mais de R$ 15 milhões foram destinados a estudos clínicos e ao registro de patentes em proctologia, o que transforma o portfólio da empresa em propriedade intelectual protegida, e não apenas em produtos.
Essa estratégia tem um efeito direto na credibilidade junto ao público médico. Proctologistas e coloproctologistas que recomendam os produtos da Make Life não estão indicando apenas uma marca de nicho, mas soluções com embasamento clínico comprovado.
Quebrando o silêncio para crescer
Construir um mercado cercado por tabus exige mais do que bons produtos. Exige educação. A estratégia da Make Life inclui presença ativa na mídia para normalizar a conversa sobre saúde íntima, uma das formas mais eficientes de expandir o mercado total endereçável.
A participação da Dra. Gabriella no Programa Maravilha, da Rede Gospel, gerou alto volume de engajamento orgânico nas redes sociais da atração. O dado interessa menos como vitrine e mais como prova de tese: quando alguém fala sobre saúde anorretal com respeito e clareza, o público responde. A demanda estava reprimida, não ausente.
O que empreendedores podem aprender com a Make Life
O modelo da Make Life condensa três princípios que raramente aparecem juntos em empresas de nicho.
• Entrar onde não há disputa, mas validar que a demanda existe antes de investir.
• Construir barreiras técnicas. Patentes e estudos clínicos criam uma proteção competitiva que o marketing não consegue replicar.
• Liderar a narrativa do mercado. Quem educa o consumidor sobre um problema tende a ser quem vende a solução.
Para a Dra. Gabriella, o maior risco não foi entrar em um segmento sensível. Foi o oposto: não entrar enquanto a necessidade continuava sem resposta.
Para saber mais sobre a atuação da Dra. Gabriella Ribeiro e as inovações em saúde íntima, acesse: www.maketlife.com.br.






